segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

1 ano de "DEGRAUS E MARCOS DA VIDA"

Pois é verdade! Fez ontem, precisamente, 1 ANO que, no dia 11 de janeiro de 2014, um sábado, teve lugar a apresentação do livro com o título em epígrafe. O evento, que teve lugar no Centro Cultural do Cartaxo, decorreu de forma bastante agradável, tendo registado uma grande afluência de pessoas que, julgo, terá ultrapassado a centena. Num anfiteatro com capacidade para oitenta lugares, vimos que, de pé, em ambos os corredores, ao longo da escadaria, se encontravam algumas pessoas que fizeram o favor e o sacrifício de ali permanecer durante a cerimónia principal. Principal, sim, porque a outra, a secundária, no Foyer da cave, onde, ao jeito da democracia e da igualdade, já todos se encontravam de pé, não deve ter sido tão incómoda assim, atendendo ao "Porto de Honra" que, em estilo de self-service, tive o grato prazer de oferecer.



Muitas foram as pessoas que me dirigiram os parabéns, e tive pena por não poder estabelecer conversação com todos, mas, devido ao espaço de tempo em que estive ocupado nas dedicatórias, tal foi de todo impossível. 

A presença das entidades camarárias foi-me muito grata, tendo o Presidente Pedro Ribeiro usado da palavra. Quem também mostrou os seus dotes oratórios, foi o meu antigo mestre e patrão, o cartaxeiro Sr. Manuel Luís Barroca, que, apesar dos seus 91 anos, mostrou grande presença de espírito e lucidez, recordando alguns episódios curiosos do antigamente.
Com a presença da delegada da Chiado Editora, Marisa Mendes, a minha convidada de honra, Elvira Melo, fez uma brilhante dissertação, pese embora alguma pontinha de exagero nas palavras com que me obsequiou. Eu, a meu ver, não merecia tanto. Também o meu amigo Zé Manel Patrício, com a sua voz timbrada e bem colocada, procedeu à leitura de um agradável e típico texto do livro. Na parte musical, esteve a minha neta Bárbara, que interpretou dois trechos, em inglês, fazendo-se acompanhar pela sua guitarra acústica.
E o que dizer dos meus cinco ex-colegas de Construções Técnicas, (Brincano, Rogério, Adérito, Pinhão e Abrantes), que vieram de longe, em segredo, assistir à cerimónia? Sem lamechices, direi que senti uma pontita de emoção.

Os meus agradecimento foram, também, para as pessoas que colaboraram na organização de toda a mecânica do evento, como a Ana Luísa e o Pedro Rocha, o Valada e o Angelino.

Teria sido um ótimo dia, uma jornada coroada de êxito, não fora o triste episódio de me terem surripiado as máquinas de filmar e fotografar, o que me impediu de registar, em estilo de reportagem, toda a cerimónia.

Quanto ao livro em si, posso adiantar que, na última informação de dezembro da Chiado Editora, o volume de vendas terá atingido os 850 exemplares. Para mim, que não tive nem tenho ilusões ou pretensões a qualquer tipo de TOP, qualquer número me deixa satisfeito. Contudo, atendendo ao facto de a Editora se mostrar interessada na edição do Volume II (que já está escrito), se o número ultrapassar um milhar, então... que venham os mil. Serão bem vindos.

José Caria Luís